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Ana Abrunhosa visita projetos apoiados por fundos europeus em Olhão

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, esteve na manhã desta quarta feira no concelho de Olhão, onde visitou alguns projetos financiados por fundos europeus, em curso ou concluídos.

A visita fez parte de um périplo de dois dias pela região do Algarve, onde a governante pretende inteirar-se do andamento das obras e passar a mensagem de que o Portugal 2020 será encerrado em plenitude, e que se continuará a trabalhar em pleno no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Portugal 2030.

Em Olhão, a manhã de Ana Abrunhosa, que se fez acompanhar pelo executivo municipal, começou com uma visita à Escola Básica 2+3 Prof. Paula Nogueira, onde se encontram a decorrer obras de ampliação, reabilitação e modernização, com um investimento total de 4,5 milhões de euros.

Em Moncarapacho, a ministra visitou a construção do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) da Casa do Povo do Concelho de Olhão.

Com um milhão de euros de investimento, a intervenção visa remodelar e ampliar a atual sede da instituição, para a instalação de um CAO vocacionado para o apoio a portadores de deficiências que, pela sua abrangência, pretende constituir-se como uma referência, não só para o concelho de Olhão, como para as zonas periféricas.

A terminar a passagem por Olhão, Ana Abrunhosa visitou, ainda, a requalificação do Mercado Municipal de Moncarapacho, que integra a operação Rede Regional de Mercados Locais – Requalificação, Gestão e Dinamização (3.ª fase), no âmbito Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos (PADRE) 2020, o qual, enquanto projeto intermunicipal, compreende duas componentes de investimento: uma, que visa a requalificação física dos mercados, e a outra, virada para a componente de gestão.

No final da visita a Olhão, a ministra da Coesão Territorial mostrou-se “muito satisfeita” por ter tido oportunidade de falar com os responsáveis da autarquia de Olhão: “andar no terreno e conversar com os responsáveis cultiva uma proximidade que me permite voltar para Lisboa acreditando que o Programa Operacional Regional - CRESC Algarve 2020 se vai executar totalmente e que, nas situações em que encontrámos problemas, também encontrámos soluções”.

Para além de deixar a garantia de que o CRESC Algarve “se vai executar na sua plenitude”, Ana Abrunhosa adiantou, ainda que “as obras que não se concluírem neste período do Portugal 2020, transitarão para o Portugal 2030. Ando, também, a ver projetos que possam ter enquadramento no âmbito do PRR, nomeadamente no que diz respeito às escolas”, concluiu.